Começou hoje na casa central dos espiritanos do Alto Juruá, o capítulo Eletivo do grupo. Com a celebração de Abertura, presidida pelo Padre Orlando superior principal, se deu aberto do Capítulo. Logo depois da Celebração, todos os participantes se dirigiram para a sala de reuniões onde se fez a aprovação dos trabalhos a serem realizados durante o capítulo. De salientar que temos a ilustre presença do Padre Altevir, provincial do Brasil. Oremos juntos para que o espirito Santo ilumine todos os participantes.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
O PAPA BENTO XVI ABRIU OFICIALMENTE O ANO DA FÉ, NO DIA EM QUE SE COMEMORA 50 ANOS DO CONCÍLIO VATICANO II.
O Papa Bento XVI abriu oficialmente hoje o
Ano da Fé com uma Santa Missa realizada no Vaticano na manhã desta
quinta-feira, 11 de Outubro A proposta do Pontífice é que este seja um tempo de reflexão para que
fiéis católicos de todo o mundo possam redescobrir os valores da sua fé.
No dia em que
também se comemoram os 50 anos do início do Concílio Vaticano II, o Papa
presidiu a celebração eucarística com a participação de 400 concelebrantes.
Entre eles, estavam alguns brasileiros, como o cardeal arcebispo de Aparecida,
Dom Raymundo Damasceno Assis, que também é presidente da Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil.
Fazendo memória ao
jubileu de ouro do Concílio, um acontecimento que marcou a vida da Igreja, o
Papa explicou que a celebração foi enriquecida com alguns sinais específicos. A
procissão inicial quis lembrar a procissão dos Padres conciliares, houve a
entronização do Evangeliário, que é uma cópia daquele utilizado durante o
Concílio e a entrada das sete mensagens finais do Concílio e do Catecismo da
Igreja Católica.
“Estes sinais não
nos fazem apenas recordar, mas também nos oferecem a possibilidade de ir além
da comemoração. Eles nos convidam a entrar mais profundamente no movimento espiritual que caracterizou o
Vaticano II, para que se possa assumi-lo e levá-lo adiante no seu verdadeiro
sentido”, disse.
O Papa explicou que
o Ano da Fé está em coerência com todo o caminho da Igreja nos últimos 50 anos,
desde o Concílio, passando pelo Magistério do Servo de Deus, Paulo VI até
chegar ao Jubileu do ano 2000, em que o Bem-Aventurado João Paulo II propôs à
humanidade Jesus Cristo como único Salvador.
“Jesus é o centro
da fé cristã. O cristão crê em Deus através de Jesus Cristo, que nos revelou a
face de Deus”, enfatizou o Papa. Ele lembrou que, como diz o Evangelho do dia,
Jesus Cristo é o “o verdadeiro e perene sujeito da evangelização”.
Por que ter um Ano
da Fé?
Ainda na homilia, o
Papa Bento XVI explicou que a Igreja proclama um novo Ano da Fé não para
“prestar honras a uma efeméride”, mas sim porque é necessário, mais ainda do
que 50 anos atrás.
Isso porque nos
últimos decênios o Papa lembrou que se tem visto o avanço de uma
“desertificação” espiritual, um vazio que se espalhou. Mas estas situações, de
acordo com o ele, permitem redescobrir a alegria e a importância de crer.
“No deserto é
possível redescobrir o valor daquilo que é essencial para a vida; assim sendo,
no mundo de hoje, há inúmeros sinais da sede de Deus, do sentido último da
vida, ainda que muitas vezes expressos implícita ou negativamente”.
Dessa forma, Bento
XVI explicou que o modo de representar este Ano da Fé é como uma peregrinação
nos desertos do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o essencial.
“... nem cajado, nem sacola, nem pão, nem dinheiro, nem duas túnicas - como o Senhor exorta aos
Apóstolos ao enviá-los em missão (cf. Lc 9,3), mas sim o Evangelho e a fé da
Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão
luminosa, assim como é o Catecismo da Igreja Católica, publicado há 20 anos”.
Concílio Vaticano II
Sobre o Concílio,
Bento XVI destacou que seu objetivo não foi colocar a fé como tema de um documento específico. No entanto, ele explicou que o Concílio foi
animado pela consciência e pelo desejo de “imergir mais uma vez no mistério
cristão, para poder propô-lo novamente e eficazmente para o homem
contemporâneo”.
O Santo Padre
também enfatizou que numa ocasião como esta de hoje, o mais importante é
reavivar na Igreja aquele desejo ardente que se teve no Concílio de anunciar
novamente Cristo ao homem contemporâneo.
“Mas para que este
impulso interior à nova evangelização não seja só um ideal e não peque de
confusão, é necessário que ele se apoie sobre uma base concreta e precisa, e
esta base são os documentos do Concílio Vaticano II, nos quais este impulso
encontrou a sua expressão”. Fonte: cancao nova.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Conheça um pouco o pais do XX capítulo geral dos Espiritanos - Tanzânia. Continuação
HISTÓRIA ABREVIADA DA TANZANIA
E DA CHEGADA DOS ESPIRITANOS À ÁFRICA DO LESTE
"Continuação"
População
A Tanzania é a pátria de um vasto número de povos e de cento e vinte grupos étnicos (tribos) de
culturas e tradições variadas que embelezam o tapete que é a cultura tanzaniana, com a sua língua
comum, o Kiswahili.
A Tanzânia goza de um clima de liberdade e de paz onde a comunidade, a vida em conjunto,
(UMMOJA) é apreciada.
DAR-ES-SALAAM
Dar-es-Salaam (remanso de Paz em Árabe) foi fundada em 1862 pelo sultão Seyyid Majid de
Zanzibar no local chamado aldeia de Mzizima
Mas desde as até hoje a história de Dar-es-Salaam tem sofrido a influência de vários Sultãos
Árabes, dos Alemães e dos Ingleses.
A cidade, que começou por ser uma aldeia de pescadores no século XIX, é hoje a maior cidade da
Tanzânia, e um dos maiores portos e centros commerciais da África do Leste.
Dar-es-Salaam gaba-se de possuir os melhores portos naturais do mundo; sendo actualmente seja
um autêntico fervilheiro de gente e grande centro económico, continua a ser um lugar fascinante,
com muitos monumentos a recordar o seu passado colorido. A população actualmente anda pelos
cinco milhões.
A Costa continental
Vestígios de uma história espectacular imprimem um outro atractivo à costa tanzana, já célebre
pelo sol, a areia e o mar. Mais de 800 quilómetros de costa, desde Tanga, ao Norte, até Mtwara no
Sul, toda bordada com uma frinja de palmeiras, praias de areia branca à espera do calor e águas
espelhantes do Oceano Índico que proporcionam a prática de jogos aquáticos, os mais variados,
como a pesca, o mergulho, o Surf etc.
Infelizmente não se tem dado importância a um vasto leque de outros recursos naturais e culturais.
Além dos remansos costeiros, tanto a norte como a sul de Dar-es-Salaam, há muitos outros
atractivos turísticos importantes. A antiga Bagamoyo, cidade que já foi capital, e as ruínas de
Kaole; a histórica ilha de Mafia; a história, cultura e beleza natural de Pangani; o Parque Nacional
de Saadani e os lugares de Kilwa Kisiwani e Songo Mnara, já declarados “Património da
Humanidade”.
ZANZIBAR
O nome “Zanzibar” inclui a ilha principal, Unguja, e a sua ilha irmã, Pemba – há séculos que
atrairam navegadores e aventureira vindos do mundo inteiro. Agora acolhe uma nova geração de
exploradores – que vieram para apreciar um rico património, reflectido na arquitectura e na
cultura do povo. É aqui, na verdade, que a Arábia encontra a África.
Dados os seus aromas fragrantes de baunilha, pimentão etc. …compreende-se porque é que
Zanzibar é chamada a “Ilha dos picantes”.
Pote de Culturas Amalgamadas
A história colorida de Zanzibar é uma saga de viajantes e comerciantes, corsários e colonizadores.
A estas praias abordaram Sumérios, Assírios, Egípcios, Fenícios, Indianos, Chineses, Malásios,
Persas, Portugueses, Holandeses e Britânicos. Cada qual deixou pegadas da sua passagem.
As tribus Bantus do continente foram, primeiro, habitantes desta ilha. No ano 700 AD os ventos do
Oceano Índico trouxeram até às suas praias Persas e Árabes. Foi o casamento entre os árabes e os
nativos que deu origem a uma nova raça de pessoas chamadas Vaswahili com a respectiva língua
o Kiswahili a caracterizá-la.
A partir do começo de século XVI, durante 200 anos, os corsários portugueses dominaram esta
parte da Costa Oriental da África. Depois, em 1655, Zanzibar foi invadida pelos Árabes de Omã, o
que marcou o fim da domínio Português. O Sultão Sayyid Said mudou a capital de Muscat para
Zanzibar em 1840 para explorar o florescente comércio dos escravos. A ilha cresceu em poder,
riqueza e população.
David Livingstone protestou fortemente contra esta actividade deshumana conseguindo uma
explosão de malestar na Inglaterra, o que motivou a intervenção da Marinha Real. Debaixo de tar
pressão, o Sultão proibiu a exportação de escravos em 1873. Zanzibar tornou-se num protectorado
britânico em 1890; em 1913 os Ingleses tomaram conta do poder.
A independência foi conseguida, durante o mandato do Sultão Jamshida bin Abdulla em
Dezembro de 1963, mas o sultanato foi derrubado e substituido um mês mais tarde pela República
do Povo. Em 26 de Abril de 1964 Zanzibar uniu-se a Tanganica para formar a República Unida da
Tanzania.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Obrigado Senhor pelo dom do sacerdócio.
Hoje dia 12 de Julho, completo 4 anos de ordenação sacerdotal. Para mim e motivo de agradecimento: a Deus, que me chamou como operário para a sua messe. Venho por esta agradecer também aos meus pais, de modo especial a minha mãe Valentina, que com todo gesto de amor me ofereceu ao altar do Senhor como servo na congregação do Espírito Santo. Agradeço também aos confrades que me aceitaram como membro desta grande família. Não quero esquecer os colegas de caminhada, os fiés da missão de Ndjinga, Monte Belo - Balombo, que convivi durante a minha experiência diaconal e o primeiro ano de vida sacerdotal. Aos fiés da Paróquia São José em Tarauacá, Acre e a atual Paróquia, Nossa Senhora Aparecida Cruzeiro do Sul, ambas do Brasil, só tenho a dizer muito obrigado. A Paróquia de Nossa Senhora da paz e São Francisco - Brasília que me têm acolhido com carinho, aos amigos que para mim são uma benção de Deus, vai a minha eterna gratidão. Aos confrades: Agostinho Eurípides dos Santos- Angola e Silvester Boamah-Gana, que hoje juntos compartilhamos a mesma graça e alegria vai os meus Parabéns.
Faço minhas as palavras do Padre Fábio de Melo na Música “Deus é Capaz”
Deus é capaz de transformar tua vida
O impossível Ele fará porque és precioso aos Seus olhos
E se tiveres a coragem e a loucura de acreditar
Então irás provar que Ele pode muito mais
Deus é capaz de trocar reinos por ti
Abre mares para que possas atravessar
E se preciso fosse daria novamente a vida por ti
Deus só não é capaz de deixar de te amar
É preciso crer e se entregar sem medo
Ele nunca vai tirar a tua liberdade se não queres
Mas se te entregas sem reservas tua vida se transformará
Então irás provar que Ele pode muito mais...
Inácio Sangueve Pacheco.
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